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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Phalaenopsis philippinensis Golamco ex Fowlie & C.Z.Tang 1987


 Phal. philippinensis "Kathrin" x "Othello"

Das florestas chuvosas da Sierra Madre no Nordeste da Ilha de Luzon (Philipinas) onde cresce nas árvores em altitudes em torno dos 1200 metros.
Folhas carnudas, grandes (26/36 cm x 8/13 cm, pendentes, oblongo/elípticas ou oblongo/lanceoladas, obtusas/arredondadas, verdes escuro marmoreadas de prata/cinza, pagina inferior avermellhadas.
Astes longas, pendentes, normalmente com muitas flores (até 100).
Flores brancas, de textura delicada, variáveis no tamanho e forma, mas normalmente grandes para as Sp de Phal. (6 a 9 cm); Sépala dorsal elíptica ou ovado/elíptica, obtusa ou redonda; Sépalas laterais obliquamente ovadas, agudas ou obtusas; Pétalas rombóides, obtusas ou arredondadas.
Labelo trilobado, lóbulos laterais amarelos com listras carmin na base, na união entre eles apresenta um calo quadrangular, bilobalo, profundamente sulcado em forma de v, amarelo salpicado de pontos carmin, lóbulo médio branco em forma de âncora ; Coluna branca.
 Introduzida em cultivo desde os anos sessenta mas considerada como Phal. x leucorrhoda ( híb. natural entre Phal. afrodite x Phal. schilleriana) só em 1984 foi reconhecida oficialmente como Sp.
 Esta minha foi adquirida na Expo do Porto em botão, veio em vaso dependurado e embora ela se possa cultivar montada pretendo continuar com este tipo de cultivo.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Phalaenopsis stuartiana var.nobilis (Rchb.f 1881)




Finalmente consegui ( á 4ª ) LOL
Só uma florzinha mas já é uma VICTORIA
Esta é a variedade nobilior da Phal. stuartiana e não muito comum de ver em cultivo pois tem a fama de difícil
A Phal. stuartiana é originária das províncias de Agusan e Surigao no Nordeste da Ilha de Mindanao (Philipinas) em florestas quentes e húmidas até aos 300 metros de altitude
Ao contrario da Phal. stuartiana "normal" esta não tem as folhas marmoreadas mas sim verde/ avermelhadas principalmente nas margens .
Flores com cerca de 5/7 cm, ligeiramente perfumadas, amarelas ; petalas e sepala dorsal ligeiramente salpicada de pintas avermelhadas, metade inferior das sepalas laterais bem definida e com mais pintas assim como o labelo, caracteristica da Phal. stuartiana
Floração final de Inverno princípio de Primavera
Cultivo em vaso transparente, usando como substrato esfagno, pendurado ( um dia falo deste metodo de cultivo)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Phal. cornu-cervi flava




Syn:
Phal. cornu-cervi fma. flava
Phal. cornu-cervi var. flava
Phal. cornu-cervi var. alba

Esta é a variedade albina da Phal. cornu-cervi descrita em 1990 por Braem a partir de exemplares descobertas em Sumatra.
De fácil cultivo, igual aos híbridos, mas gosta de um pouco mais de luz.
Muito florífera, praticamente só no Inverno não tem flores, flores sequenciais de longa duração
Aste achatada característica desta espécie e só cortar depois de seca pois enquanto verde continua a florir.
Comigo à quase um ano ( Feira de Outono J. Botanico Ajuda ) já com uma aste e 1/2 ??? flor, neste momento tem 4 astes e 10 flores.
O vegetal é que não está muito bonito devido a uma praga de lesmas muito pequeninas, dificeis de ver e que morderam a pagina inferior de algumas Phal. que sofri o inverno passado.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Phalaenopsis wilsonii Rolfe 1909





Esta é uma das sp fáceis de cultivar por cá pois no habitat as temperaturas descem até aos -2 º
Originária das províncias de Yunnan e Sichuan no Sul da China e Leste do Tibete, Vietname ??? nas árvores das florestas de montanha dos 800 aos 2200 metros.
Folhas que podem ser caducas (quando muito frio), oblongo/elípticas, avermelhadas quando jovens, 7,5 x 2,5 cm .
Aste pendente com poucas flores (1-3), em ziguezague, espaçadas.
Flores com cerca de 4-5 cm, de textura delicada, perfumadas (flor de laranjeira), pétalas e sépalas do branco ao rosa, mais escuras na base; labelo trilobado violeta/carmin; coluna branca/rosa.
Floresce na Primavera, flores de longa duração ( +- 1 mês)
Por vezes confundida com Phal. honghenensis mas nesta a aste é mais curta, com mais flores ( 4-6) e lobo médio oblongo.
Cultivo montada, meia-sombra, boa humidade.

sábado, 9 de julho de 2011

Phal. parishii - 2ª floração


Está a revelar-se bem " produtiva "

terça-feira, 28 de junho de 2011

Phal. Mini Mark ´ Holm `



Phal. Mini Mark = Phal. Micro Nova x Phal. philippinense
Phal. Micro Nova = Phal. maculata x Phal. parishii
Esta é uma " Phal. grande dentro das minis ".
Planta compacta, flores com cerca de 4 cm de diâmetro, de longa duração ( 2 meses ), floresce 2 vezes por ano, de facil cultivo, qualquer janela virada a Norte /Este é um sitio bom para ela.
Este é o clone mais visto por aí e não o clone mais famoso ´Maria Teresa` AM/AOS em que as flores são mais compactas, redondas, segmentos florais mais fechadas.
Consta que existe outro clone o ´Levengood ` que é perfumado ??????

terça-feira, 19 de abril de 2011

Phal. lobbii var. flava O. Gruss & Roellke 2001




Originária das montanhas do leste dos Himalayas, Botão, Assan, Sikkin em altitudes dos 350 a 450 metros embora T. Lobb a tenha encontrado a 1500 metros, onde o Verão é quente e húmido e o Inverno mais frio e seco.
Planta de pequeno porte, folhas pendentes, verde escuro largamente elípticas com até 13 cm de comprimento e 5 de largura
Aste mais curta que as folhas, erecta podendo ter até 10 flores
Flores com cerca de 2 cm ; sépala dorsal oblongo-elíptica, obtusas , sépalas laterais obliquamente ovais, obtusas; pétalas de base estreita obovadas, obtusas ou arredondadas ambas brancas ; Labelo trilobado um pouco mais curto que as sépalas, lobulos laterais com uma crista erguida, triangulares,
Lobulo médio móvel, base truncada, triangular com cantos arredondados, côncavo na base . Na junção dos lóbulos laterais e lobo médio, há um apêndice carnudo, plano, profundamente dividido em quatro segmentos filiformes.
Aqui as diferenças entre a espécie e esta variedade :
Nesta a cor de fundo do lobulo médio e extremidades dos lobulos laterais é amarelo enquanto na espécie é branco.
Floração : Inverno /Primavera
Cultivo montada ( vai melhor) , humidade 50/60% e boa luz ( gosta de mais luz que as outras Phal. ) ligeiro periodo de seca no Inverno .
Se o inverno for muito frio pode deixar cair as folhas.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Phal. Wiganiae ( Stuart Low 1899 )



Há um ditado em Portugal que diz " Nunca digas desta água não beberei" e este aplica-se aqui na perfeição . Se bem se lembram à algum tempo atrás chamava as Phal. de "Orquideas de supermercado" pois bem esta veio de um, oferta da Rafaela ao pai eheheheheh. Tá bem não é uma qualquer, a moça tem jeito/bom gosto/futuro pá coisa ............

Phal. Wiganiae é um híbrido primário entre Phal. schilleriana x Phal. stuartiana registado por Stuart Low em 1/1/1899. É uma planta interessante não só pelas flores mas também pelas folhas. As folhas podem chegar aos 25 cm de comprimento ou mais com a idade, são verde esmeralda escuro, com manchas de prata/cinza e produz 1 ou mais aste que normalmente ramificam com flores brancas e rosa com pequenos pontos vermelhos tipo pele de leopardo com cerca de 6 cm de diâmetro e de longa duração ( 10/12 semanas ) .

Dá para perceber que se trata de uma planta ainda jovem, pois as folhas ainda são pequenas, as flores já estão um pouco pó passadas, também pelo preço ( já em saldo) valeu a pena.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Phal. parishii Rchb. f. 1865






Mais uma beleza (aqueles "pêlos" para atrair o polinizador são demais) esta bem mais pequena
Descoberta pelo Reverendo C. Parish em 1864 , originária de Myanmar, India, e Tailandia em altitudes cerca dos 500 metros nos troncos das árvores cobertos de musgo junto aos rios.
Planta de pequeno porte em relação à maioria das outras Phal., folhas carnudas, arqueadas, pendentes, obovadas ou elípticas, às vezes assimétricas, ligeiramente carenadas por baixo, com 12 cm de comprimento e 5 de largura, normalmente mais pequenas.
Aste bastante delgada, erecta ou arqueada, de poucas flores ( 5-9 ) com cerca de 2 cm de diâmetro , levemente perfumadas.
Sépalas e pétalas geralmente reflexas, branco leitoso; sépala dorsal elíptica a oblongo-elípticas ou arredondadas, agudos ou obtusos; Sépalas laterais oblíquas, obovadas ou sub-orbicular, agudas ou obtusas. Pétalas de base estreita e obovadas ou elíptico-obovadas, obtusas.
Labelo trilobado, reunidos em ângulos rectos ao pé da coluna por um pedúnculo curto. Lobulos laterais amarelos manchados de púrpura dirigidas para o exterior e para a frente de forma triangular com uma crista carnuda distinta longitudinal. Lobulo médio roxo a violeta/margenta, triangular-auriculado, móvel, um pouco convexo, agudo ou obtuso na frente; A base apresenta uma concavidade muito fina semi-circular, franjeado na borda; Na junção do lobulo médio com os lobulos laterais há uma projecção carnosa, bilobada, achatada, sendo cada lobulo bifurcado.
Coluna branca salpicada de castanho na base, curta, carnuda, muito dilatada na base.
Floresce principalmente no final do inverno / primavera, mas pode florescer durante todo ano excepto no inverno.
Gosta de bastante humidade ( 80/90% ), ligeira seca no inverno ( Dez-Mar), ( se seca pode deixar cair as folhas mas voltam na primavera ) temperaturas no inverno até 15º mas pode chegar aos 10º por períodos curtos e desde que secas, mais luz que os Híbridos
Cultivo montada em cortiça, seca entre regas ( regas só mesmo para não desidratar) agora no inverno, rega todos os dias a partir de Março e bastante humidade utilizando por ex. o método "capelinha".

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Phal mannii var.mahogany Rchb. f. 1871



Esta é uma das que recomendo a todos não só pelo fácil cultivo mas também pela longa floração
Depois de florir em 20/9/ com 6 flores "parou " um pouco , perdeu 2 flores e agora começou de novo a fazer botões e ... uma nova aste
Originária dos Himalaias, India, Assam, Nepal, Butão, Sikkim, Myanamar, Sul da China e Vietname em altitudes de 500 a 1500 metros nas árvores das florestas húmidas perenifólias, com densa vegetação rasteira, perto dos rios
Folhas 4/5 oblongo-lanceolate , verdes vivo com 25/35 cm de comprimento e 4/7 de largura.
Aste comprida , multifloral e pendente.
Flores com 4/5 cm de diâmetro que abrem sucessivamente, na Primavera /Verão, de longa duração ( podem durar até 3 meses) ; sépalas amarelas a amarelo/branco, com manchas roxo/ lilaz, avermelhadas, estreitas e convexas um pouco onduladas na borda ; sépala dorsal linear-linguada, obtusa ; sépalas laterais maiores, lanceoladas, fortemente assimétricas; pétalas semelhantes às sépalas mas mais estreitas e curtas, nesta variedade é característico a presença de relevos ( 3ª foto ) enquanto na Phal. manni tipo isso não acontece ; labelo branco amarelado , mais curto que as sépalas laterais , parte inferior refletida ; lóbulos laterais oblongo/sub -angular; lóbulo médio em forma de ancora. ligeiramente recurvado e finamente denticulado ; coluna amarela, alongada , claviforme, curta adornada de cada lado com um dente triangular.
Cultivo igual aos híbridos mas menos luz , podendo ser cultivada montada devido ao seu hábito pendente com a idade.
Variedade de crescimento mais vigoroso que a tipo.
Inverno seco ou meio seco.
Suporta temperaturas bem baixas ( desde que seca ) podendo mesmo chegar aos 0º .
Meu cultivo : vaso plástico transparente usando como substrato rolhas de cortiça e um pouco de casquinha em cima
Redução da rega a partir de Outubro até seca em Dezembro/Janeiro recomeçando as regas gradualmente a partir de Fevereiro.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Phal. cochearis Holtum 1964



Descrita por Holtum no ano que nasci eheheh
Do latim cochlearis em forma de concha

Da Península da Malásia, Sarawak, em altitudes de 500 a 700 metros tanto epífita como litófita ( em falésias calcárias) de crescimento lento 2 a 4 folhas verde a verde pálido até 20 cm de comprimento, delgadas, recurvadas, oblongas - ovadas ou oblongas - elípticas, agudas ou arredondadas, apresentando na página superior 5 estrias longitudinais na nervura central.
Aste muito comprida com poucas flores .
Flores de branco a verde pálido, amareladas, com manchas castanhas, castanho/alaranjadas na base das pétalas e sépalas laterais de 4 cm de diâmetro; Sépala dorsal quase elíptica ou lanceolada-elíptica, obtusa; Sépalas laterais obliquamente ovadas, agudas, dorsalmente carenadas, mais concretamente no ápice. Pétalas quase elípticas ou lanceoladas-elípticas, agudas, dorsalmente sub-carenadas no ápice.
Labelo 2 vezes mais curto que as pétalas, côncavo, trilobado, carnoso; Lobúlos laterais brancos a branco/amarelos com 3 estrias castanhas/alaranjadas, oblongos-lineares; Lobúlo mediano amarelo com várias estrias castanhas/roxas, sub-orbicular, muito "concheado", arredondado e marginado no ápice.
Coluna cilíndrica, carnosa, estrangulada no meio.
Cultivo igual aos híbridos mas menos luz
Floração no outono Meu cultivo :
Para esta pouco posso dizer pois ela veio adulta, já com aste e com as raizes assim pó mauzito mas como queria ver a flor não mexi até ela florir. Quando floriu e talvez pelo estado das raízes a floração durou pouco, reenvazei para vaso plástico transparente usando como substrato rolhas de cortiça e umas pedrinhas de gravilha ( Calcário) pois segunda a sua origem elas gostam.

Phalaenopsis espécie ( cultivo )




Como já escrevi aqui não morria de amores por Phal. chamava "Orquideas de Supermercado" mas com a descoberta do mundo das espécies a coisa tem mudado e muito mas só mesmo nas sp e híbridos primários e neste momento já cá cantam 19 sp .
Claro que isso me obrigou a fazer tpc ou seja pesquisar sobre elas .
A grande maioria delas ao contrário do que as pessoas pensam (pensava, eu incluído ) não necessitam de cuidados especiais, basta proporcionar as condições de cultivo necessárias para os híbridos actuais de Phal. em geral .
Luz: Meia-sombra , sol filtrado no Inverno
Temperaturas: dia 20/30º ; noite 15/25º mas suportam perfeitamente 10/12º desde que secas
Até 12º no Outono durante umas semanas para fomentar a floração
Humidade: 60/80%
Cultivo: talvez aqui a grande diferença, enquanto nos híbridos se cultiva em vaso nas sp há algumas que só mesmo montadas e algumas para baixo.
Assim e por as sp serem originárias de diferentes regiões, alguns autores dividem-nas em grupos atendendo ás suas condições de cultivo.
*
Grupo 1 : Cultivo igual aos híbridos
amabilis, amboinensis, aphrodite, bastianii, chibae, deliciosa, equestris, fasciata, gigantea, hieroglyphica, incriptiosinensis, javanica, lueddemanniana, maculata,mariae, micholitzii, modesta, pallens, philipinensis, reichenbachiana, sanderiana, schilleriana, stuartiana, sumatrana, venosa ; belina, corningiana, violacea, estas 3 com um pouco mais de humidade.
Grupo 2: Mesma condições mas com menos luz
cochlearis,fuscata, mannii, viridis, kunstlerii
Grupo 3: Mesmas condições mas com mais luz
borneensis,buyssoniana, cornu-cervi, pantherina, pulcherrina, regnieriana
Grupo 4: Mesmas condições, de preferência montadas
appendiculata, gibbosa, lobbii, lowii, minus ( para baixo ), parishii, stobartiana
Grupo 5: Mais frescas e montadas
celebensis,lindenii, pulchra
Grupo 6 : montadas com diferencial ( dia/noite ) de temperatura acentuado
braceana, hainanensis, honghenensis, taenialis, wilsonii ( pode ir até 0º )
** Bernard Lagrelle
Claro que esta divisão não é absoluta havendo muitas que se podem incluir em 2 ou mais grupos dependendo das condições de cultivo de cada um.
Quando publicar algumas das que já floriram falarei sobre o cultivo baseado nestes grupos


Phal. Mini 2



Lembram-se daquela Phal. mini que publiquei aqui à algum tempo?
Pois bem a natureza de vez em quando prega-nos umas surpresas . Depois dessa floração esteve um tempo sem flores mas como tinha a aste verde não a cortei ( só corto as astes ,de todas quando secam, segundo alguns os nutrientes aí existentes "descem " à planta ) . Passado algum tempo uma axila inferior começou a fazer nova aste a qual veio a dar flores e mais interessante a ponta da aste começou a " mexer ", fiquei curioso , agora sei que algumas espécies fazem isso, descanso durante um tempo e depois voltam a florir mas esta está muito longe das espécies. Entretanto as "borbulhas " começaram a engordar e começou a aparecer umas folhas vi logo que não era flores, a situação evoluiu e resultado, 3 keikis na ponta da aste
Como podem ver nas fotos chegou a ter flores e keikis a crescer lindamente .
Entretanto a floração acabou e antes que o frio apertasse mudei-a até porque estava dificil segura-la de pé, neste momento a aste secou, a planta mãe está bem e eu com 3 plantas pá troca a desenvolver muito bem
Moral da estória :
" Pequenina mas rabina " cheia de energia .

sábado, 16 de janeiro de 2010

Phal. mini ???????????




É público que não gosto lá muito de Phal. híbridos , mas esta não podia recusar .............
Oferta da minha filha
Veio em esfagno mas como é pequena na Primavera ( depois da floração) vou montá-la , mais uma experiência

domingo, 10 de janeiro de 2010

Phalaenopsis celebensis Sweet 1980





Aqueles que me conhecem sabem que não gosto lá muito de Phal. aliás de híbridos em geral , gosto mais do que a Mãe natureza criou, espécies portanto .
Mas ao longo dos anos essa atitude tem vindo a mudar muito por culpa do conhecimento adquirido mas só mesmo com as espécies e neste momento já fazem parte da colecção 8 espécies .
Esta fui a 1ª da lista, oferecida por gozo pela minha atitude e posteriormente alvo de "Praga " para que não florescesse ( não acredito mas que las aí las aí ) eheheheh.
Originária de Sulawesi com folhas longas verde escuro mosqueteadas de cinza /branco, pendentes com a idade por isso aconselho a cultivar montada.
Aste com várias flores brancas raiadas de purpura com 3 cm de diâmetro que abrem sucessivamente começando na base da aste no Outono / Inverno.
Gosta de temperaturas médias /altas , meia-sombra /sombra e boa humidade .
Regas regulares ao longo do ano , menos rega no Inverno ( seca entre regas)
Tida como difícil de florir por cá, mas esta parece estar a gostar apesar de ter vindo seedling em 2007 e da "Praga" entretanto rogada aqui está a 1ª floração dela .