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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ancipitia eumecocaulon (Schltr.) Luer 2004




  Syn: Pleurothallis eumecocaulon Schltr.1923
 Mais uma micro originária da Costa Rica e Panamá em florestas húmidas em altitudes dos 800 aos 1700 metros, sem psb, unifoliada, folha coriácea, erecta, estreitamente ovalada, aguda, com a base cuneate a cordada, arredondada, lisa e sésseis. Aste nasce na base da folha com 2-2,5 cm de comprimento, com flor unica, branca translucido, coluna e extremidade do labelo rosa/purpura.
 Cultivo montada, sombra, boa humidade.
 Esta é nativa, oferta de um Amigo que a trouxe da Costa Rica sem ID. Finalmente floriu e depois de tanto procurar por acaso descobri a sua ID. 
 A sua ID vem do grego eumecocaulon que significa "aste de bom tamanho" em alusão ao comprimento da sua aste floral em relação ao tamanho da planta

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Masdevallia nidifica Rchb.f. 1878


 Syn: Buccella nidifica (Rchb.f.) Luer 2006
 Mais uma micro originária da Costa Rica, Nicaragua, Panamá, Colômbia, Equador e Peru nas florestas frescas de encosta em altitudes dos 450 aos 2500 metros.
 Sem psb, uma unica folha, elíptico-lanceolada.
 Flor solitária com cerca de 4 cm de diâmetro, no Inverno e Verão.
 Para que gosta de Masdevalia esta é uma boa opção pois pela sua origem não requer muitos cuidados e cresce bem » facil cultivo.
 Esta minha é um corte de um Amigo comigo á cerca de um ano e tem crescido bem.
 Cultivo montada, com um pouco de esfagno, bastante humidade, meia-sombra, regas abundantes durante a Primavera/Verão. 
 Pessoalmente como são um pouco sensiveis aos sais praticamente não adubo, só mesmo o que possa cair 
em cima quando adubo as outras.
  

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Trichosalpinx chamaelepanthes (Rchb. f.) Luer 1983

 Uma micro (mesmo micro eheheheh), oferta de um Amigo que por sua vez tinha sido oferta de uma ex-amiga LOL 1ª floração por cá.
 Syn: Tubella chamaelepanthes (Rchb.f.) Archila 2000
 Originaria da Colômbia, Equador e Peru nos ramos dos arbustos das florestas tropicais humidas em altitudes dos 750 aos 3500 metros de altitude.
 Sem psb, unifoliada, folhas espaçadas,listradas principalmente na pagina inferior, amplamente eliptica/suborbicular, obtusa, coriácea.
 Flor nasce na base da folha, com cerca de 5 mm de diâmetro, vermelho/carmim/purpura. Existe uma variedade deflores amarelas.
 Cultivo montada num "tronco" de cortiça (sem madeira por dentro onde coloquei esfagno), bastante humidade, sombra, regas abundantes no verão um pouco menos no inverno.
 Para quem gosta de "coisas" fora do vulgar aconselho vivamente pois parece ser uma planta facil, cresce bem e para alem das flores o vegetal também é muito bonito.
 

Isabelia pulchella (Kraenzl.) Senghas & Teusch. 1968


 Uma micro originária das montanhas frias de média altitude nos estados Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
 Psb ovoides, cobertos por bainhas fibrosas, espaçados, unifoliados.
 Folhas muito estreitas, semi-teretes, coriáceas com cerca de 5 cm de comprimento.
 Flores simples, rosa/magenta com cerca de 1.5/2 cm de diâmetro, de longa duração, cerca de 1 mês
 Pelo seu habito de crescimento deve ser cultivada montada ( placa de cortiça grande pois cresce muito bem), boa humidade, meia sombra.
 Anteriormente conhecida como  Neolauchea pulchella Kraenzl. 1897 com a revisão proposta por  C.Van den Berg & M.W.Chase em 2001 passou a integrar o Genero Isabelia actualmente constituido por 3 sp :
Isabelia virginalis, Isabelia pulchella e Isabelia violacea (ex Sophronitella violacea)
  Só falta a violacea :-), já tive mas na época percebia pouco disto e ......... foi-se



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Cadetia taylori (F. Mueller) Schlechter 1912

 Do Leste da Australia e Nova Guiné tanto em arvores como em rochas nas florestas tropicais desde o nivel do mar até aos 1400 metros de altitude.
 Planta pequena em forma de "tufo", psb sulcados, erectos, finos, 2 folhas oblongas, sub-erectas.
  Flores solitárias nascem na parte superior do psb que abrem sucessivamente ao longo de meses normalmente a partir do fim do Verão.
 Flor com cerca de 1,5 cm de diâmetro, cerosas, sepalas e petalas branco translucido, labelo muito piloso amarelo. 
 Cultivo montada, meia-sombra, boa humidade, rega todo ano, no inverno um pouco menos.
 Esta era uma daquelas que sempre quis ter ( ainda no tempo em que fazia parte do Genero Dendrobium), consegui á 2 anos o ano passado 1 flor e este ano várias algumas ao mesmo tempo e .......... até já deu um keiki.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Isabelia virginalis Barbosa Rodrigues 1877

 Uma epifita rastejante que cresce nas fendas dos afloramentos de arenito com detritos nas regiões montanhosas da Mata Atlantica  dos estados de MG, Paraná, RJ e SP .
 Psb ovóides, com cerca de 3 cm, cobertos por "rede" fibrosa (lembra uma rede de estopa), unifoliados, folhas em forma de agulhas.
 Flores nascem no àpice do psb com cerca de 1 cm de diâmetro, cerosas, petalas e sepalas brancas, labelo branco maculado de ametista junto a coluna .
 Cultivo montada, meia-sombra, boa humidade
 Esta é uma planta jovem(veio mesmo pequena), tem crescido bem e este ano já várias flores.
 Gosto particularmente dela, não só pelas flores mas também pelo vegetal.
 Já a vi cultivada no exterior em Oliveira do Hospital, a mãe dela
 OBRIGADO Nico.


  

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Eurychone galeandrae (Rchb. f.) Schltr. 1918

Este é um Gênero (Eurychone) com apenas 2 sp. Eur. galeandrae e Eur. rothschildiana.
Com uma vasta distribuição pela Africa Ocidental e Central, Zaire, Costa do Marfim, Gabão, República Centro Africano e Angola.
 Uma micro de crescimento monopodial encontrado em florestas e bosques em altitudes em torno de 600 a 700 metros, folhas verde oliva, texturadas, coriáceas, elípticas a oblongo/lanceoladas, desigualmente bilobadas apicalmente.
 Flor no Outono/Inverno, pendente (dificil de fotografar), com cerca de 8 cm de diâmetro, levemente perfumada, cor de laranja translucidas.
 Não é uma planta fácil tanto de se ver à venda como de cultivar, pois parece atrair tudo o tipo de doenças e pragas.
 Cultivo montada, meia sombra (- que para Angraecum), boa humidade. Rega abundante no Verão e seca no Inverno. 
 Um dos perigos de se perder é mesmo o não respeitar a seca no Inverno, a minima gota de agua nas folhas é suficiente para fungar e consequente perda da planta.
 Agora falta Eurychone rotschildiana :-) :-)

Floração de 2011

 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Trichoglottis triflora [Guillaumin] Garay & Seidenfadden 1972

Syn: Saccolabium triflorum Guillaumin 1956

Para mim esta não é uma "Micro-vandeae" mas sim uma "Nano-vandeae" eheheheheh
Originária do Sudoeste da Tailândia e Vietname em altitudes em torno dos 600 metros.
Uma monopodial de folhas verdes, carnudas, coriáceas, recurvadas, bilobadas apicalmente com cerca de 12 cm de comprimento por 1 cm de largura que forma "touceiras" com facilidade
Astes muito curtas com 2/5 flores, de longa duração (+ 1 mês), com cerca de 0.5 cm de diâmetro na Primavera.
Pétalas e sépalas acastanhadas, margem mais clara (amarelada); labelo largo, triangular, branco (chantilly )/creme com manchas/bolinhas (variáveis) roxas, coluna laranja apresentando pêlos no lobo médio do labelo.
Deve ser cultivada montada, em meia-sombra, prefere temperaturas mais altas mas vai bem em estufas temperadas. Rega abundante na Primavera /Verão e seca ou ligeira seca no Inverno
Esta ainda é uma planta jovem e 1ª floração





terça-feira, 13 de março de 2012

Ceratochilus biglandulosus Blume 1825




Das florestas humidas de alta montanha em árvores cobertas de musgo de Java e Sumatra em altitudes de 1000 a 2000 metros.
Uma pequena monopodial densamente folheada, folhas verdes, (podem ser salpicadas de vermelho sinal de muita luz) com cerca de 1,5 cm de comprimento, teres, carnudas, profundamente sulcadas, agudas.

Se há plantas que surpreendem pela relação tamanho da planta/tamanho da flor (podem ser maiores que toda a planta) seguramente esta é uma delas, pois esta tem flores de cerca de 3,75 cm de diâmetro.
Flor unica (mas pode florescer em qualquer altura do ano), branco transparente, labelo verde com duas "manchinhas" pretas, um must digo eu ..... de longa duração, +- 1 mês.
Deve ser cultivada em estufa temperada/quente, montada com um pouco de esfagno, meia-sombra, boa humidade, rega abundante todo, um pouco menos no Inverno mas nunca deixar secar por mais de 2/3 dias senão corre-se serios riscos de perda.



terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Scaphosepalum merinoi Luer 2002





Uma mini de flores exoticas e dificeis de fotografar pois a aste é longa (+- 12 cm) e fina e a flor bem grande em comparação com a planta por isso "não para quieta".
Oriunda das montanhas do Equador em altitudes em torno dos 1400 metros.
Unifoliada, folhas erectas, coriaceas, elípticas, agudas, aste comprida e fina com flores que abrem sucessivamente com cerca de 5 cm de diâmetro.
Gosta de locais com luz difusa/meia sombra, humidade alta ( por causa da altitude na origem deve-se regar bem no nosso Verão para a manter bem fresca )
Uma oferta de um Amigo, 1ª floração, cultivo montada em placa de cortiça.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Malleola baliensis JJ Sm. 1920



Uma micro interessante de Java e Bali ( onde vem o nome ) nas florestas do nivel do mar até aos 1200 metros.
Monopodial, 2-3 folhas roxeadas, subtilmente bilobadas apicalmente, aste pendente com cerca de 10 cm com muitas flores de cerca 1,25 cm de diâmetro que vão abrindo sucessivamente, petalas e sepalas amarelo a amarelo torrado, labelo e coluna branco, no final do Verão inicio do Outono.
Cultivo montada, meia sombra, boa humidade, regas regulares todo ano um pouco menos no inverno.
Esta é mais uma daquelas para encher encomenda ........ mas gostei

Ps. Por distracção escrevi mal a sp, na foto está bahiensis quando devia estar baliensis , Sorry

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ornithophora radicans (Rchb. f.) Garay & Pabst 1951


Mais conhecida por Sigmatostalix radicans Rchb. f 1864.
Esta é uma micro de crescimento rápido, flores discretas, mas quando observadas com lupa temos uma bela surpresa, originária do Brasil.
Psb ovoides, 2 folhas lineares de 7 cm comprimento; aste floral de 2-10 flores com cerca de 1 cm de diâmetro branco/verde ou amarelo/esbranquiçado, labelo amarelo e centro da flor e coluna roxa, na Primavera/Verão.
Cultivo montada, meia sombra, boa humidade, regas regulares

domingo, 14 de agosto de 2011

Nanodes porpax (Rchb. f.) Brieger 1960



Este tem vários sinónimos e por isso é referenciado com vários nomes. Por ex: segundo Hagsater existem diferenças entre Epid. peperomia e Epid. porpax : Epid. peperonia tem o labelo orbicular-cordiforme, mais largo que comprido, e nativo da Colômbia e Venezuela, enquanto Epid. porpax tem o labelo reniforme a sub-orbicular, subquadrado, ligeiramente convexo, arredondado apicalmente e pouco emarginado.
Syn:
Epidendrum peperomia
Rchb. f. 1854
Epidendrum porpax Rchb. f. (1855)
E agora :
Neolehmannia porpax
(Rchb. f.) Garay & Dunst.
1976 ou Neolehmannia peperonia ( Rchb. f. ) Garay & Dunst. 1976

Com vasta distribuição, desde o México, Panamá, Colômbia, Venezuela e Perú em florestas de pinheiros e carvalhos em altitudes dos 600 aos 2700 metros.
De crescimento harmonioso (entouceira fácil), sem psb mas sim caules com cerca de 8 cm; folhas alternadas ao longo dos caules, carnudas, coriáceas, oblongo/obtusas, emarginadas, de cerca de 1 cm.
Flores individuais entre as folhas, sépalas oblongas, pétalas lineares, verde/creme, labelo bem grande, castanho/vermelho ( mais brilhante e intenso se cultivado com muita luz), com cerca de 2,5 cm de diâmetro em forma de coração. Segundo a literatura florece todo ano mas principalmente na Primavera.
Foi-me oferecida a alguns anos já montada e bem grande mas só este ano floriu e só 1 flor
" muita parra ..... pouca uva " eheheheh.
Cultivo montado, boa luz e humidade, regas abundantes durante o crescimento, seca entre regas no Inverno.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Lockhartia lunifera (Lindl.) Rchb. f. 1852


Mais uma micro exótica das matas tropicais e equatoriais abertas do Brasil em altitudes dos 400 aos 1500 metros.
"Psb" finos e longos (30 cm), pendentes, folhas triangulares ao longo do psb, bilateralmente compridas, densamente imbricadas, com cerca de 1,25 cm.
Aste nasce na base das folhas no 1/3 superior dos psb, com 3-5 flores que abrem sucessivamente e de longa duração.
Flores de forma característica deste gênero, amarelas salpicadas de vermelho, com cerca de 2 cm de diâmetro, de longa duração, na Primavera.
Uma oferta recente, cultivo montada, meia-sombra, boa humidade, regas regulares, um pouco menos no Inverno.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Gastrochilus japonicus (Makino) Schltr. 1913


Mais uma micro monopodial das florestas de coníferas nas montanhas do Japão e Taiwan em altitudes dos 200 aos 2000 metros.
Folhas carnudas, linear/oblongas, um pouco falciforme, desigualmente bilobadas apicalmente, agudas.
Aste floral curta com muitas flores (2-7), cerosas, perfume cítrico, sépalas epétalas amarelo/verde, labelo em forma de concha branco salpicado de vermelho com cerca de 2 cm de diâmetro, de longa duração.
Cultivo montada, meia-sombra, boa humidade, rega regular todo ano mas gosta de temperaturas um pouco mais baixas e seco no Inverno.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Podangis dactyloceras ( Rchb.f ) Schltr. 1918



Uma africana de crescimento monopodial, epífita ou ocasionalmente como litófita com vasta distribuição, Angola, Camarões, Costa de Marfim, Gana, Guiné, Nigéria, Serra Leoa, Tanzania, Uganda e Zaire em florestas verdes perto dos rios em altitudes 700 aos 1950 metros.
Folhas carnudas, falciformes, agudas, bilateralmente compridas.
Aste floral na base da planta com cerca de 5 cm com 5-20 flores brancas translucidas, com 2 x 7 mm na Primavera.
Embora a literatura aconselhe o cultivo em vaso eu cultivo montada, com esfagno, meia -sombra, boa humidade, seca entre regas e seca no Inverno.
Ainda a recuperar de um ataque de cochonilhas na base das folhas um pouco como acontece com as Tolumnias, quando se dá por elas facilmente é tarde de mais.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Barbosella cogniauxiana (Speg. & Kraenzl.) Schltr. 1918




syn: Barbosella handroi Hoehne 1934
Barbosella porschii (Kraenzl.) Schltr. 1918
A estas eu chamo de Nanorquideas de tão pequenas que são eheheheh
Uma epífita das florestas primarias da região de S.Paulo, Sul do Brasil até Norte da Argentina em altitudes dos 100 aos 900 metros
Praticamente sem psb de tão pequenos, unifoliada, folhas erectas, coriáceas, ovadas com cerca de 0,8 cm de diâmetro.
Aste floral na base do psb, com cerca de 7 cm de comprimento com 1 única flor.
Flores amarelo/verde quase transparentes com 2 cm, pétalas lineares mais pequenas que as sépalas; sépala dorsal proeminente, linear; sépalas laterais fundidas numa só linear/lanceoladas; labelo muito pequeno, com garganta vermelho/castanho; coluna amarelo.
Cultivo montada em tronco de cortiça oco com esfagno dentro,meia-sombra, boa humidade, rega regular o ano todo um pouco menos no Inverno.
Este ano ofereceram-me outro tufinho mas as folhas ainda são mais pequenas e mais redondas e como veio sem ID vou ter de esperar pela floração para saber o que é.