quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Dryadella elata Luer 1978





Mais uma Micro e gosto bastante delas , não ocupam muito espaço e dá para aproveitar a parte de baixo das prateleiras.
Originária das florestas tropicais húmidas do Centro e Ocidente do Equador desde os 0 aos 600 metros.
Folhas verdes vivo, erectas, lanceoladas, estreitas com cerca de 8 cm ; flores creme pintalgadas de castanho/vermelho, labelo e coluna avermelhados com cerca de 0.5 cm.
São um pouco difíceis de perceber quando estão em floração pois as flores são pequenas e curtas e no meio daquele "matinho" não é facil de se verem e esta já teve 30 flores abertas ao mesmo tempo , quase mais flores que folhas .
Já tenho tido aqui visitantes que não as conseguem ver eheheheheh
Cultivo montada em cortiça , sombra parcial ( por baixo das prateleiras ), rega todo ano, no inverno um pouco menos.
Gostam de bastante humidade mas uma ligeira seca entre regas.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Cymbidium por aqui



Floridos de momento

Paphiopedilum Golddollar Doll 1988






















Por aqui também há Paph. eheheheheheh
Este veio recentemente, já com aste e vinha com ID primulinum x malipoense logo seria Paph. Envy Green, mas como de " green " tem muito pouco desconfiei e vá de procurar a sua verdadeira ID.
Confesso que de Paph. sei muito pouco ou melhor nada mas tenho " queimado pestana " e estou a aprender alguma coisa , uma delas é que Paph armeniacum é amarelo logo este teria armeniacum na genealogia e começou por aí a procura .
Claro nada melhor que recorrer a este grande especialista de Paph. e afins http://www.slipperorchids.info/index.html e voilá .
Híbrido entre Paph. primulinum x Paph. armeniacum , registrado por Doll em 1/1/1988
De fácil cultivo, desenvolve bem, floresce 2 vezes por ano, multifloral, floração em serie, folhas marmoreadas, e necessita de calcário no substrato que vou juntar quando o reenvasar.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Cattleya walkeriana tipo




Esta faz parte de um lote delas que vieram seedling de um já famoso " Walkerianeiro " do Brasil que vive por cá faz algum tempo e foi a 1ª a florir.
Tem a referencia dele de S42 e realmente foi uma certa desilusão, a flor saiu torta ,toda amarrotada mas isso talvez tenha a ver com a época do ano em que ela resolveu florir e ainda por cima logo neste ano com tanto frio.
Na minha modesta opinião de aprendiz de " Walkerianeiro " ela tem potencial, a flor tem tamanho normal, labelo bem largo, vamos esperar por novas florações .
Como ele diz " só se salvou o perfume mesmo, né " eheheheh
Isso realmente é verdade o perfume inconfundível de C. walkeriana está lá e faz notar , do mal o menos
Cultivo montada em placa de cortiça , no local da estufa com mais sol , rega regular todo ano , no inverno um pouco menos e adubo após aparecimento de novo pseudobolbo

Chelonistele sulphurea ( Blume ) Pfitzer 1907




Finalmente encontrei a sua verdadeira ID e como tal reformulei a mensagem
Merci Elisabeth
Não andava muito longe pois ela pertence à Subtribo Coelogyninae
Veio do Nardotto como Coelogyne exalea mas ao procurar informação sobre ela não consegui nada, não descobri nenhum Coelogyne exalea, ao procurar no Google as referências que aparecem são apenas no site do Nardotto ou de alguém que como eu lá a comprou e aí a planta condiz, existe sim Coelogyne exalata , vou enviar email a elas para alterar as etiquetas eheheh .
Pelo vegetal e pela flor parece realmente um Coelogyne ou melhor um mini Coelogyne, folhas lanceoladas - agudas que nascem castanho/avermelhadas e com a idade se tornam verdes , onde nasce a aste floral com várias ( 4 ) flores cremes translúcidas e muito perfumadas com cerca de 3 cm de diâmetro ; labelo com mancha amarelo torrado/laranja e pétalas enroladas em caracol para trás.
Cultivo em vaso de barro com casquinha ( casca mais pequena) e um pouco de esfagno em estufa temperada, luz moderada, rega regular todo ano, no inverno seca entre regas, folhas muito sensíveis a humidade, ganham Antracnose facilmente.
Originária da Peninsula da Malásia, Borneu, Sumatra, Java, em altitudes de 600 a 2300 metros e como tal vou ter de adicionar mais um pouco de esfagno ou regar mais pois ela gosta de mais humidade.
Existe outra variedade Chelonistele crassifolia que só se encontra em Sabah em altitudes de 2100 a 2700 metros.

Anacheilium terassanianum Campacci & Harding 2008





Descoberta algumas décadas atrás pelo orquidófilo Valdormiro Terasan num pequeno grupo de árvores ( o que restava de uma antiga floresta) na sua fazenda perto da pequena cidade de Juquiá no Estado de S.Paulo .
Descrita na revista da AOS em Setembro de 2008 por Campacci e Harding que resolveram prestar homenagem ao seu descobridor.
Como a maior parte das Anacheilium ( antigas Encyclias ) possui pseudobolbos compridos, fusiformes envoltos por baínhas de folhas caducas na base, 2 folhas subcoriáceas, oblongas, obtusas, mais estreitas na base com cerca de 12,5 cm de comprimento.
Flores com 3 cm de diâmetro brancas /creme salpicadas de vermelho/roxo muito perfumadas que nascem protegidas por espata por entre as folhas dos pseudobolbos novos.
Muitas vezes confundida com Anacheilium fragans onde a coluna é maior, o labelo é mais largo e o ápice é acuminado.
Esta foi oferta de um Amigo Holandês e veio como Anacheilium baculus mas ao florir vi logo que não era , e depois de consulta a "Especialistas " Brasileiros lá descobrimos a sua verdadeira ID.
Cultivo em placa de cortiça pelo seu crescimento, estufa temperada , sol pela manhã e rega regular todo ano .
Tem um perfume magnífico a canela/chocolate ????

Mediocalcar decoratum Shuiteman 1989




Descoberta recentemente é uma micro que assim à primeira vista até nem parece orquídea mas se observarmos bem tem tudo para o ser .
Originária das florestas tropicais da Papua e Nova Guiné em altitudes dos 900 - 2500 metros em ambientes de alta humidade e meia sombra .
Pseudobolbos cilíndricos a clavados com 3 a 4 folhas carnudas lineares, estreitas, elípticas que fazem lembrar as pás de um helicóptero pela forma como se dispõem .
Flores solitárias em forma de sino com cerca de 6 mm vermelhas / laranja no ápice dos pseudobolbos novos no Outono / Inverno .
Cultivo montada em placa de cortiça , estufa temperada e meia-sombra , rega regular todo o ano, no inverno menos.
Veio pequena ( dividida com um Amigo ) em 2006 tem desenvolvido mais ou menos bem e floriu pela 1ª vez em 2009 1 flor este ano deu um bom salto desenvolveu bem e já deu 10 flores , o objectivo é "forrar" a placa toda e aí vai ser um espectáculo ............