quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dendrobium purpureum Roxb. 1820




Agora Pedilonum purpureum ( Roxb.) Breiger 1981
Originário do arquipélago de Malay ( N.Guiné), Ilhas Caroline, Fijii e Vanuatu em florestas das planícies costeiras até aos 1150 metros.
Psb cilíndricos a fusiformes, um pouco "inchados" na base, erectos, compridos (+ 50 cm), folhas verdes, lanceoladas, na metade superior dos psb, caducas com a idade.
Flores em grupo (muitas, 50 ?? ) ao longo dos psb adultos/jovens, (sem/com folhas), tubulares, semi-fechadas, rosa-purpura com extremidades das sépalas e pétalas verde, coluna branco, com 1,3 - 2 cm de diâmetro, de longa duração (+ 1 mês ), principalmente na Primavera ( dependendo do cultivo e onde pode florir + que uma vez por ano).
Cultivo em vaso de barro com esfagno, boa luz e humidade, regas e adubo abundante na Primavera/Verão ligeira seca no Inverno.
Pode ser cultivado montado desde que em boa humidade mas ocupa muito espaço devido ao seu porte.
Existe a Var. alba mas ainda não faz parte da coleção :-)


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Maxillaria praestans Rchb. f 1885




Agora Camaridium praestans [Lindl.] Blanco 2007
Muito confundida com Max. cucullata Lindl. 1840 mas difere desta por ter flores maiores e com listras longitudinais, mais brilhantes, perfume mais intenso mas principalmente pela época de floração; esta na Primavera, cucullata no Outono.
Das florestas húmidas tanto como epífita ou como litófita em penhascos do México ( Chiapas ), Guatemala, El Salvador e Nicaragua em altitudes dos 1500 aos 2000 metros.
Psb ovado/elípticos, unifoliados, folha elíptica/lingulada .
Flor simples em inflorescência que nasce de psb adulto com cerca de 12 cm de comprimento dando origem a flor grande ( 9 cm ), pétalas e sépalas amarelo/castanho listras longitudinais avermelhadas, labelo púrpuro ( quase negro) estigma amarelo, perfumada, de longa duração (+- 1 mês) na Primavera.
Cultivo em vaso plástico (esta), substrato grosseiro, boa humidade e luz, rega regulares todo ano ( um pouco menos no Inverno ).
Esta é uma das que resultou da divisão que fiz do vaso que estava a rebentar e que veio como Max. cucullata :-)

sábado, 6 de agosto de 2011

Cattleya tigrina A. Rich. 1848




Floração de 201o
Até à pouco tempo designada de C. leopoldii ou C. guttata var. leopoldii.
Originária da Mata Atlântica desde da Bahia até Rio Grande do Sul principalmente em zonas de areia, podendo chegar até aos contrafortes da Serra do Mar ao longo dos rios.
Psb cilíndricos, levemente sulcados, erectos, altos ( 50-80 cm ), bifoliada, folhas coriáceas, oblongo/elípticas.
Aste floral no psb em desenvolvimento ( raízes depois da floração) entre as folhas com 5-8 flores.
Flores perfumadas, de 6-8 cm de diâmetro, pétalas e sépalas, variam conforme a variedade mas o mais comum (Var. tipo) é castanho a purpura, salpicado de pintas mais escuras, labelo trilobado com lóbulos laterais exteriormente branco e cobrindo a coluna, lóbulo central ametista, na Primavera.
Cultivo em cesto, substrato grosseiro, boa luz, rega e adubo abundante durante o desenvolvimento vegetativo, descanso ( ligeira seca) após floração até aparecimento das raízes.
Oferecida por um colega a alguns anos para recuperar ( 2 psb em muito mau estado mesmo) finalmente parece ter entrado em "velocidade cruzeiro" e até já tem um corte para devolver
Como quando fiz as fotos as flores já estavam meio "passadas" recorri a fotos do ano passado, a ultima, para demonstrar a sua real beleza.



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Tolumnia triquetra (Sw.) Nir 1994



Originária da Jamaica, em árvores e arbustos em florestas pouco densas e perto de rios em altitudes dos 150 a 300 metros.
Sem psb, folhas coriáceas, linear/lingulado, erectas, em forma de leque.
Aste floral nasce na base das folhas com 10-18 cm de comprimento, fina, com 5-15 flores na Primavera.
Flores com 1,2- 2 cm, amarelo/creme com centro dos segmentos florais +- salpicados de vermelho, coluna amarelada, de longa duração ( + de 1 mês ).
Como gosta de secar rápido cultivo montada, boa luz, boa humidade, rega regular, menos no inverno quando é preferível manter seca.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Podangis dactyloceras ( Rchb.f ) Schltr. 1918



Uma africana de crescimento monopodial, epífita ou ocasionalmente como litófita com vasta distribuição, Angola, Camarões, Costa de Marfim, Gana, Guiné, Nigéria, Serra Leoa, Tanzania, Uganda e Zaire em florestas verdes perto dos rios em altitudes 700 aos 1950 metros.
Folhas carnudas, falciformes, agudas, bilateralmente compridas.
Aste floral na base da planta com cerca de 5 cm com 5-20 flores brancas translucidas, com 2 x 7 mm na Primavera.
Embora a literatura aconselhe o cultivo em vaso eu cultivo montada, com esfagno, meia -sombra, boa humidade, seca entre regas e seca no Inverno.
Ainda a recuperar de um ataque de cochonilhas na base das folhas um pouco como acontece com as Tolumnias, quando se dá por elas facilmente é tarde de mais.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Barbosella cogniauxiana (Speg. & Kraenzl.) Schltr. 1918




syn: Barbosella handroi Hoehne 1934
Barbosella porschii (Kraenzl.) Schltr. 1918
A estas eu chamo de Nanorquideas de tão pequenas que são eheheheh
Uma epífita das florestas primarias da região de S.Paulo, Sul do Brasil até Norte da Argentina em altitudes dos 100 aos 900 metros
Praticamente sem psb de tão pequenos, unifoliada, folhas erectas, coriáceas, ovadas com cerca de 0,8 cm de diâmetro.
Aste floral na base do psb, com cerca de 7 cm de comprimento com 1 única flor.
Flores amarelo/verde quase transparentes com 2 cm, pétalas lineares mais pequenas que as sépalas; sépala dorsal proeminente, linear; sépalas laterais fundidas numa só linear/lanceoladas; labelo muito pequeno, com garganta vermelho/castanho; coluna amarelo.
Cultivo montada em tronco de cortiça oco com esfagno dentro,meia-sombra, boa humidade, rega regular o ano todo um pouco menos no Inverno.
Este ano ofereceram-me outro tufinho mas as folhas ainda são mais pequenas e mais redondas e como veio sem ID vou ter de esperar pela floração para saber o que é.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Maxillaria cerifera Barb. Rodr. 1877



Uma pequena das montanhas de média altitude um pouco por todo o Brasil.
Psb ovoídes, sulcados verticalmente com cerca de 3 cm de comprimento, bifoliada.
Folhas erectas, linear/lanceoladas, de 4-5 cm.
Flores simples que nascem na base dos psb maduros, perfumadas, amarelo torrado salpicadas de vermelho/castanho com cerca de 1,5 cm de diâmetro na Primavera e que duram +- 10 dias.
Cultivo em vaso de barro, substrato médio, meia sombra, boa humidade.
De cultivo e crescimento fácil