quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Isabelia pulchella (Kraenzl.) Senghas & Teusch. 1968


 Uma micro originária das montanhas frias de média altitude nos estados Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
 Psb ovoides, cobertos por bainhas fibrosas, espaçados, unifoliados.
 Folhas muito estreitas, semi-teretes, coriáceas com cerca de 5 cm de comprimento.
 Flores simples, rosa/magenta com cerca de 1.5/2 cm de diâmetro, de longa duração, cerca de 1 mês
 Pelo seu habito de crescimento deve ser cultivada montada ( placa de cortiça grande pois cresce muito bem), boa humidade, meia sombra.
 Anteriormente conhecida como  Neolauchea pulchella Kraenzl. 1897 com a revisão proposta por  C.Van den Berg & M.W.Chase em 2001 passou a integrar o Genero Isabelia actualmente constituido por 3 sp :
Isabelia virginalis, Isabelia pulchella e Isabelia violacea (ex Sophronitella violacea)
  Só falta a violacea :-), já tive mas na época percebia pouco disto e ......... foi-se



domingo, 13 de janeiro de 2013

Dendrobium sulawesiense J. Erfkamp & O. Gruss 2002


Com este parece existir alguma polemica quanto á sua classificação. Até 2000 era considerado como Dend. glomeratum Rolfe 1894 em 2000 com a revisão no Genero Dendrobium  J.Erfkamp & O.Gruss classificaram-no como Dend. sulawesiense por ter sido encontrado na Ilha de Sulawesi.
 Actualmente a sua ID é Chromatotriccum ?????? sulawesiense ( J.Erfkamp & O.Gruss) M.A.Clem. & D.L.Jones 2002.
 Para complicar ainda mais Chromatotriccum crepidiferum (J.J.Sm.) M.A.Clem. & D.L.Jones 2002.
 Promenores LOL
 Originário das Ilhas Molucas (há relatos de ocorrencia na provincia ocidental de Irian Java (Papua N.Guiné) nas florestas litorais de encosta dos 950 aos 1500 metros.
 De "canas" longas até 60 cm de comprimento, com muitas folhas verde vivo, ovado-lanceoladas estreitamente elipticas, caducas com a idade.
 Flores no apice das "canas" adultas (normalmente já sem folhas), 3-5 cm de diâmetro, sépalas e pétalas cor-de-rosa/magenta/roxo vivo; coluna e labelo laranja a laranja-vermelho também vivo, franzido ou dobrado no ápice, margem irregular dentada, de longa duração podendo chegar a 4-5 semanas.
 Deve ser cultivado com bastante humidade, não deixar seco por muito tempo, luz moderada e não suporta temperaturas abaixo dos 12º.
 Cultivo em vaso de barro substrato comum + esfagno, por enquanto na vertical mas quando melhor estabelecido o vaso será suspenso.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Maxillaria picta Hook. 1832

Agora : Brasiliorchis picta (Hook.) R.B.Singer, S.Koehler & Carnevali 2007

 Com uma vasta distribuição (a mais comum do género) no Brasil principalmente nas serras costeiras (Mata Atlantica) até interior de S. Paulo e no Norte da Argentina.
 Cresce em arbustos, nas florestas de montanha dos 200 aos 600 metros onde devido ao "sereno" a humidade é bastante alta.
 Psb. ovoide/conico a ovoide/oblongo, sulcado longitudinalmente, com 1 a 2 folhas coriáceas, linear/lanceoladas, obtusas.
 Flores individuais com cerca de 3/4 cm de diâmetro,  petalas e sepalas variam do branco ao amarelo palido, salpicadas de vermelho/ocre; labelo mais ou menos igual, mas o lobulo central  amarelo mais forte, coluna branca e anteras vermelho com listras da mesma cor na parte central interna inferior, muito perfumadas.
 Floração no Outono/Inverno
 Cultivo em vaso de barro, substrato grosseiro, bastante luz, boa humidade, regas abundante Primavera/Verão, no Outono/Inverno regas menos frequentes.



 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

1ª da nova época - Pleione Barcena

 Um dos primeiros hibridos registados  por I. Butterfield em 1982  (Pln. formosana x praecox )
 Um hibrido antigo ainda muito cultivado pois é de facil cultivo e normalmente a 1ª a florir que herda dos progenitores a floração precoce  (Pln. praecox) e vigor (Pln. formosana) 
  Flores rosa pálido a rosa escuro, labelo muito frangeado, rosa palido com manchas amarelo/dourado, estrias centrais vermelho ou vermelho-alaranjado que se torna vermelho nas bordas.
Infelizmente esta veio com a caracteristica muito peculiar nelas que é o labelo ficar "aberto" .




 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Cadetia taylori (F. Mueller) Schlechter 1912

 Do Leste da Australia e Nova Guiné tanto em arvores como em rochas nas florestas tropicais desde o nivel do mar até aos 1400 metros de altitude.
 Planta pequena em forma de "tufo", psb sulcados, erectos, finos, 2 folhas oblongas, sub-erectas.
  Flores solitárias nascem na parte superior do psb que abrem sucessivamente ao longo de meses normalmente a partir do fim do Verão.
 Flor com cerca de 1,5 cm de diâmetro, cerosas, sepalas e petalas branco translucido, labelo muito piloso amarelo. 
 Cultivo montada, meia-sombra, boa humidade, rega todo ano, no inverno um pouco menos.
 Esta era uma daquelas que sempre quis ter ( ainda no tempo em que fazia parte do Genero Dendrobium), consegui á 2 anos o ano passado 1 flor e este ano várias algumas ao mesmo tempo e .......... até já deu um keiki.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Isabelia virginalis Barbosa Rodrigues 1877

 Uma epifita rastejante que cresce nas fendas dos afloramentos de arenito com detritos nas regiões montanhosas da Mata Atlantica  dos estados de MG, Paraná, RJ e SP .
 Psb ovóides, com cerca de 3 cm, cobertos por "rede" fibrosa (lembra uma rede de estopa), unifoliados, folhas em forma de agulhas.
 Flores nascem no àpice do psb com cerca de 1 cm de diâmetro, cerosas, petalas e sepalas brancas, labelo branco maculado de ametista junto a coluna .
 Cultivo montada, meia-sombra, boa humidade
 Esta é uma planta jovem(veio mesmo pequena), tem crescido bem e este ano já várias flores.
 Gosto particularmente dela, não só pelas flores mas também pelo vegetal.
 Já a vi cultivada no exterior em Oliveira do Hospital, a mãe dela
 OBRIGADO Nico.


  

Rodriguezia lanceolata Ruiz & Pavon 1798

 Com uma vasta distribuição pela America Central,  Panamá, Colômbia, Peru, Venezuela, Equador, Suriname, Guiana, Trinidad, até ao Brasil em florestas húmidas de montanha onde cresce nos ramos mais baixos (+ sombra)  em altitudes dos 650 aos 1500 metros.
 Psb muito pequenos, elipsóides, folhas linear-lanceoladas, em "V", agudas, coriáceas.
 Aste nasce de psb adulto com muitas flores pequenas cerca de 1.5 cm de diâmetro, vermelho/laranja no lado superior da aste.
 Pode florescer varias vezes ao longo do ano.
 Como todas as Rodriguezias cultivo montada, (gostam das raizes "ao vento"), boa humidade, meia sombra.
 Esta ainda é uma planta jovem e na sua 1ª floração.
 Também conhecida como Rodriguezia secunda